O boxeador judeu que lutou contra outros prisioneiros para sobreviver a Auschwitz

Esses jogos eram considerados uma “forma de entretenimento” pelos soldados nazistas.

“A Luta de uma Vida” é um filme impressionante inspirado na história real de Harry Haftum judeu polonês que foi forçado a participar lutas de boxe com outros prisioneiros quando eu era um adolescente preso em Auschwitz.

Depois de sobreviver ao Holocausto,O homem tentou ser boxeador profissional nos Estados Unidos por dois anos antes de se estabelecer no esporte. Sua trágica história foi registrada em um livro de mesmo nome escrito por seu filho,Alan Haft.

Vale ressaltar que por muito tempo tive o endereço do renomado Barry Levinson — Que família judia vemos. Foi lançado em festivais de cinema ainda em 2021 e Disponível no catálogo brasileiro da Amazon Prime no último mês de janeiro.

A história por trás do filme

Harry Haft Era perto de seu aniversário de 16 anos quando ele foi deportado para Auschwitz, um concentração nazista construído em seu país natal, na Polônia. Era então 1941, que Segunda Guerra Mundial Duraria mais de quatro anos.

O jovem judeu conseguiria sobreviver Holocausto, mas não tenho muitas cicatrizes psicológicas. Muitas das séries derivaram do fato de que, em 1943, meio ele seria escolhido para participar de lutas de boxe contra outros prisioneiros.

As partidas, que persistiam entre dois lutadores, não conseguiam mais se levantar, acontecia todo final de semanapor tanto, à “diversão” de domingo dois oficiais Nazistas.

O adolescente, para sua época, tinha um físico relativamente bom Para alguém que passou e precisou fazer trabalhos forçados, uma vantagem que seria valiosa para continuar vivendo no ambiente sádico, segundo reportagens do The New York Times.

A diferença essencial entre a versão do esporte praticada pelos nazistas era que ou perdedor foi frequentemente assassinado Por não conseguir recuperar rápida ou suficientemente, tornando-se um “peso morto” nas tarefas braçais que era obrigado a realizar nos melhores dias da semana. vocês são prisioneiros Eles foram baleados ou então enviados para a câmara de gás.

Já o vitorioso, além de “ganhar” com chance de respirar por mais de uma semana, recebeu uma porção extra de comida para continuar lutando. Não foi, porém, uma verdadeira vitória: o vencedor precisou, no final, conviver com por ter sido obrigado a contribuir para o trágico destino de outro judeu.

Como revela a obra escrita pelo filho de Harry Haftele teria participado três ou quatro jogos por domingo, e perto de 76 homens foram assassinados depois de perdermos para ele.

Uma habilidade para o boxe demonstrada pelos jovens foi feita até com seus captores ou nomes de “O Animal Judeu“, segundo informação do portal History vs Hollywood.

Trecho do filme A Luta de Uma Vida / Crédito: Divulgação/ Youtube

meio Eu mal escapei de dois campos de concentração em 1945Quando aquele onde estava preso começou a ser bombardeado pelos Aliados.

Viver depois ou inimaginável

O polonês tentaria ser boxeador profissional nos Estados Unidos aos 22 anos, mas durou apenas dois anos sem esporte antes de decidir deixar os ringues. Já sua vida durou dois anéis aos 82, quando morreu devido a um Câncer.

O Holocausto levou muito atormentarincluindo não apenas a vida de sua mãe e cinco de seus irmãos, mas também um leve consciência. Segundo o New York Times, após ser homenageado pelo Museu Nacional Esportivo Judaico, o homem foi questionado se tinha algum arrependimento, ao que deu uma resposta impressionante:

Meus lamentos são as vidas que passarão por esses pontos“, contou na ocasião.

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