Confira indicações de livros, bandas e documentos

Confira indicações de livros, documentários, podcasts e outros produtos culturais cancelados por personalidades da cidade. Tudo porque eu entendo do assunto!

Cláudio Aleoni Arruda

Embaixador ASID Brasil.

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Indicação: livro “Mude Seu Falar Que Eu Mudo Meu Ouvir”, de vários autores.

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“A transformação do mundo e o respeito às diferenças nos fazem entender o caminho, o sentido e o significado de conviver com a diversidade. Minha recomendação é o primeiro livro escrito por seis pessoas com deficiência intelectual, não das quais sou coautora. Escrito por meio da Associação Carpe Diem com a mediação da psicóloga Carolina Yuiki Fujihira e dos coautores Ana Beatriz Pierre Paiva (In Memorian), Beatriz Ananias Giordano, Carolina De Vecchio Maia, Carolina Reis Costa Golebski, Claudio Aleoni Arruda e Thiago Rodrigues, este livro conta Dadas as nossas dificuldades de comunicação e compreensão, nosso ritmo é mais lento. É um manual de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual. Sua leitura facilita a compreensão de nossas dificuldades para que sejamos compreendidos em nosso ritmo, permitindo um caminho de sucesso como colaborador de trabalho.”

Cíntia Maia Batista

Gerente de Comunicação e Marketing do Shopping Mueller.

| Kelly Knevels

Indicação: livro “Rita Lee, uma autobiografia”.

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“Um dos dois primeiros shows que assisti foram dados pela Rita Lee. E ali criei uma conexão com aquele cabelo ruivo, voz quase “adocicada” e aquele jeito transgressor único. Sempre quis saber mais sobre a cantora, a personagem e a mulher. Para minha alegria, ela resolveu escrever sua autobiografia. Suave, com passagens graciosas, revogadas por personagens que fazem parte do imaginário coletivo, uma boa opção para descontrair. E conheça, sem censura, a história do primeiro rock do Brasil.”

diana vieira

Jornalista e radialista da Mundo Livre FM.

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| Henrique Vilela

Indicação: série documental “Wild Wild Country”, de Chapman e Maclain Way.

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Entre as indicações está a série documental ´Wild Wild Country´, disponível na Netflix. | Divulgação

“Como os próprios personagens classificam a trama, essa história verídica é tão inacreditável que parece fictícia. Baseada em depósitos e imagens de arquivo, a série relata acontecimentos ocorridos na pacata comunidade de Antelope, no interior do Oregon, nos Estados Unidos, no início da década de 1980. Quando os seguidores do guru indiano Rajneesh, ou Bhagwan (Osho) se instalam Big Muddy Ranch para fundar uma espécie de ‘sociedade alternativa’, uma tensão que começa quando um choque cultural com os habitantes originais rapidamente se transforma em uma violenta disputa pelo poder. Destaque para a grande protagonista da história: a polêmica secretária de Osho, Ma Anand Sheela. E ainda para a trilha sonora, que fui apresentado ao neozelandês Marlon Williams. Espero que você goste!”

kátia azevedo

Arquiteta e urbanista pela Moca Arquitetura.

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Indicação: banda “Fat Freddy’s Drop”.

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A banda Fat Freddy’s Drop é uma das indicações deste mês.| Divulgação

“Pensei em uma pessoa que seria uma trilha para o que quer que seja, que inspira, emociona, energiza, acalma, mistura reggae, soul, jazz, delta blues, dub, techno, rhythm ‘n’ blues contemporâneo, tudo acontecendo ao mesmo tempo tempo e ainda com um vocal suingante e firme!!! É exatamente isso que os neozelandeses fazem no Fat Freddy’s Drop. ‘Based On A True Story’ (2005) é o primeiro álbum de estúdio da banda e o meu favorito, junto com ‘Blackbird’ (2013), que também é um evento sonoro. Durante a pandemia, produzimos muito. A partir de agora digam os maravilhosos ‘LOCK-IN’ (2020) e ‘WAIRUNGA’ (2021). Prepare-se para ficar viciado e fã de carteirinha!”

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