10 melhores livros curtos para ler no seu tempo livre

Criar o hábito da leitura não precisa ser difícil. Confira os melhores livros curtos para aproveitar seu tempo livre e se dedicar à leitura!

Com uma rotina contínua e pouco tempo livre, às vezes fica difícil desenvolver hábitos de preguiça. No entanto, para manter a produtividade – certifique-se de não trabalhar ou estudar – também é importante ter um tempo de descanso para o cérebro.

Momentos como ir a algum lugar em transporte público ou intervalos em que não trabalho são, por exemplo, momentos em que você pode ler algumas páginas.

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Melhores livros curtos para ler no seu tempo livre

Ler todos os dias, mesmo que sejam poucas páginas, é um grande passo para aderir ao hábito da leitura. É importante ressaltar que um bom leitor não é aquele que lê centenas de páginas por semana, mas sim aquele que aprende conforme o conteúdo do livro e, principalmente, revê e ensina aos outros ou que aprende.

1. “As 220 Mortes de Laura Lins”, de Rafael Weschenfelder

Já pensou na sensação de ver sua melhor amiga morrendo na sua testa 220 vezes – atropelada, baleada ou lambuzada por uma árvore – e não conseguir salvá-la no humano deles? Daniel, ou protagonista de “As 220 Mortes de Laura Lins”, também não. Percebido pelo loop temporal onde está aprisionado, Daniel parece desesperado e embarca em uma perigosa aventura para tentar manter Laura a salvo de todos os acidentes.

2. A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha

Escrito pela brasileira Martha Batalha, esta obra rodou o mundo e conquistou corações. A narrativa se passa no Rio de Janeiro de dois anos de 1940 e aborda a trajetória das irmãs Gusmão, muito parecida com inúmeras mulheres nascidas no século 20 e criadas apenas para serem boas esposas. A Vida Invisível de Eurídice Gusmão foi o primeiro filme brasileiro a vencer a Mostra Um Certo Olhar, da competição paralela do Festival de Cannes.

3. “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório

Considerado por muitos leitura essencial para qualquer brasileiro, “O Avesso da Pele”, segundo ou do próprio escritor, não é um livro sobre racismo. “É antes de tudo uma reivindicação afetiva, que vai restaurar a subjetividade perdida ou retirada pelo racismo e pela violência. A busca central do livro é discutir o que se perde quando o Estado e a polícia envelhecem dessa forma”, explica. .Jeferson Tenório.

4. “Olhos D’Água”, de Conceição Evaristo

Conceição Evaristo é uma das maiores escritoras brasileiras e seu livro de contos, “Olhos d’água”, é uma prova disso. Com lirismo inigualável, ela narra a realidade da mulher negra em uma sociedade em que o racismo ainda está presente. No livro, Conceição aborda, sem pais na língua, questões da população afro-brasileira, como pobreza e violência urbana.

5. “Vamos todos ser feministas” por Chimamanda Ngozi Adichie

Com uma linguagem simples e direta, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie apresentou o conceito de feminismo, exemplifica por meio de situações que vive e mostra a importância do movimento feminista. Este é mais um trabalho que desmistifica e expõe o feminismo como uma diretriz válida, essencial e que garante direitos às mulheres de todas as classes.

6. “O Peso do Pássaro Morto”, de Aline Bei

Essa obra densa, violenta e poética é o romance da escritora Aline Bei. Nele, acompanhamos a vida de uma mulher que, com todas as suas forças, tenta sobreviver à vida, às trivialidades cotidianas diante das tragédias que parecem não passar.

7. “Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro

Tratando de temas como racismo, negritude, violência racial e cultura, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro traça, em onze capítulos, caminhos de reflexão para aprofundarmos nossas percepções sobre raça, discriminação estrutural e responsabilidade.

8. “Um Amor Incômodo”, de Elena Ferrante

Em outra trama que trata dos constrangedores relacionamentos de minha mãe e minha filha, Elena Ferrante explora esse ambiente que lhe é tão comum. Com a morte de sua mãe, Deia embarca em uma viagem ao passado, relembrando momentos e conhecendo pessoas que lhe dão pistas sobre a trágica morte de sua mãe.

9. “Clara dos Anjos”, de Lima Barreto

Clara dos Anjos, grande clássico concluído em 1922 e publicado em livro, pela primeira vez, em 1948, retrata a realidade brasileira do início do século XX. Neste cativante romance proibido, Lima Barreto aborda a desigualdade social, o preconceito racial e a divisão de classes.

10. “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway

Este clássico de Hemingway, o velho pescador Santiago, passa 84 dias sem um panhar com um único peixe. Preso em sua coragem, ele parte para o alto mar, certo de que será vitorioso. Convivendo com seus sonhos e sua imensa solidez, ele protagoniza uma das mais belas obras da literatura.



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